Estudo comparativo da frequência cardíaca máxima e estimada por diferentes equações em jogadores de Futebol profissional

  • Matheus de Siqueira Mendes Barbalho Educação Física, Universidade da Amazônia
  • Helton José Dias de Nóvoa Médico do Esporte, Ortopedista e Traumatologista, Fisioterapeuta, Universidade do Estado do Pará
  • José Carlos Amaral Fisiologista, Universidade do Estado do Pará
  • Thiago Pereira Lopes Educação Física, Universidade da Amazônia
  • Paulo Henrique Lima Rodrigues Fisioterapia, Universidade da Amazônia
  • Ronivaldo Pires Fisioterapia, Universidade da Amazônia
Palavras-chave: Frequência Cardíaca, Futebol, Ergoespirométria

Resumo

A frequência cardíaca máxima é considerada o valor mais elevado da FC durante um esforço até a exaustão, sendo utilizada como critério em testes ergométricos progressivos. Dentre as equações para estimar a FCM, a equação 220-idade, sendo a mais utilizada, outra equação é a de Tanaka e colaboradores (2001), na qual superestima a FC, baseado na idade. Desta forma o objetivo do trabalho foi comparar a FCM obtida por meio de teste ergométrico, em dois grupos de jogadores profissionais de futebol, com idades distintas, com as fórmulas de predição proposta por Tanaka et al. (2001), e 220-idade e comparar quais delas se aproximam mais para cada grupo da FCM realizada. Os atletas foram divididos em dois grupos G1 (n=11): (idade: 27,4 ± 2,3, peso 76,3 ± 8,4 kg, altura 180,9 ± 9,2 cm) e G2 (n=12): (idade 20,5 ± 2,1, peso 69,5 ± 7,4 kg, altura 175,25 ± 8,5cm). Os resultados demonstraram que a FCM atingida no teste em G1 e G2 foi similar em ambas as formulas, independentemente da idade, quando comparada com as fórmulas o G1 teve uma FCM menos estimada por ambas as fórmulas, enquanto G2 teve uma FCM alta na fórmula 220-idade em comparação com a FCM atingida nos testes, dado interessante foi a alteração dos dados da fórmula 220-idade em comparação a fórmula de Tanaka e colaboradores (2001), devido à idade. Desta forma concluímos que as fórmulas devem levar em consideração a idade, visto que divergem em grupos de idades distintas, algumas equações podem estimar uma FCM, mais não com precisão, por causa de respostas individuais, isso é ressaltado em indivíduos atletas, visto que a margem de erro é maior.

 

ABSTRACT 

Comparative study of heart rate and estimated maximum in professional football players in different equation

The maximum heart rate is considered the highest HR during an effort to exhaustion, being used as a criterion in progressive exercise tests. Among the equations to estimate the FCM, the equation 220-age, and the most commonly used, other equation and Tanaka et al (2001) in which overestimates the FC based on age. Thus the objective of this study was to compare the MHR obtained through exercise stress test in two groups of professional football players, with different ages, with the prediction formulas proposed by Tanaka et al. (2001) and 220 age and compare them which are closer to each group held FCM. The subjects were divided into two groups G1 (n = 11): (age: 27.4 ± 2.3, weight 76.3 ± 8.4 kg 180.9 ± 9.2 cm height) and G2 (n = 12): (age 20.5 ± 2.1, 69.5 ± 7.4 kg weight, height 175.25 ± 8.5 cm). The results showed that the FCM reached in the test G1 and G2 was similar in both formulas, regardless of age, compared with the formulas G1 has an FCM under estimated by both formulas as G2 had a high FCM in formula 220 -Age compared with FCM achieved in tests, as interesting was the change in the formula 220-age data compared to Tanaka's formula and colleagues (2001), due to age. Differ in groups of different ages, some equations may estimate an FCM, no more accurately, because individual responses, it is emphasized in athletes individuals, since margin of error is larger.
Publicado
2016-10-23
Como Citar
Barbalho, M. de S. M., NóvoaH. J. D. de, Amaral, J. C., Lopes, T. P., Rodrigues, P. H. L., & Pires, R. (2016). Estudo comparativo da frequência cardíaca máxima e estimada por diferentes equações em jogadores de Futebol profissional. RBFF - Revista Brasileira De Futsal E Futebol, 8(30), 275-279. Recuperado de http://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/425
Seção
Artigos Cientí­ficos - Original